Táxis vs Uber: não há milagres

2 pensamentos sobre “Táxis vs Uber: não há milagres”

  1. Teria usado uma adjetivação, ainda, mais forte, enquanto utente de táxis! Considerando-me dentro daquela faixa de pessoas que usa o táxi quando não está em condições de saúde para usar outro meio de transporte: idas ao médico, por exemplo.
    É expectável indicar um endereço e ser questionado sobre qual o trajeto preferencial. Não o é, já com o taxímetro a contar e o veículo em andamento, ser questionado sobre o trajeto, por completa ignorância. Devo, assinalar a ausência de navegador GPS. Agora, antes de entrar, questiono primeiramente o condutor se conhece o destino pretendido e, de preferência o “Eco caminho”. Não se trata apenas de tempo, rapidez, trata-se de ecologia. Os táxis usam o combustível mais poluente no coração das cidades.
    Da “praga tuktuk” só posso dizer: não é possível exterminá-los?
    Quanto ao serviço Uber, uso-o esporadicamente, quando das visitas de um filho residente fora de Portugal. Resulta em ganhos, todos sabemos quais são: excelência em atendimento, limpeza, rapidez, custo… Mas, ainda lhes falta, também, o driving eco2.
    Se a Uber não é licenciada… algumas empresas de táxis são-no, mas não deveriam, por profissionalismo igual a 0.
    Devemos concluir que: o que é feito, deve ser bem feito. E, sim, antes de começar ou alterar o que não está bem, deveriam ver: https://franciscoteixeira.com/customer-experience-roadmap-crie-experiencias-memoraveis-para-os-seus-clientes/, sem medo!!!

    1. Maria de Fátima,

      Obrigado pelas palavras. Especialmente no aeroporto de Lisboa, fica-nos uma sensação estranha: quase temos medo de utilizar o serviço de taxis. Aí, já fui preterido várias vezes por casais de turistas, mesmo estando eu à frente. Uma vez apanhei um taxista no Porto que várias vezes fez as curvas subindo os passeios. Ainda em Lisboa, quase fui insultado por pedir factura num percurso curto.
      Mas também já apanhei taxistas espectaculares, muito prestáveis. Que me disseram para colocar a mala de mão na bagageira, e que não pagaria mais por isso. E outros que fizeram possíveis e impossíveis para eu apanhar o comboio. Mas ainda há falta de uma estratégia customer centric para o sector dos táxis. E aí as associações e a legislação têm uma palavra a dizer. De pouco vale apanharmos um táxi impecável e um taxista sensato, e no regresso levar com um taxista que sofre do síndroma “o meu táxi é o meu reino, por isso comes e calas”.
      No entanto, a questão Uber deve ser colocada. É estranho que já não existam mais licenças para taxistas em Lisboa, mas cresça todos os dias a frota de Ubers. Não devemos estar INCONDICIONALMENTE a favor da Uber, se eles estiverem a ser privilegiados no trato. Se foi condenada como ilegal, deve ser responsabilizada – como QUALQUER EMPRESA. Mas isso não é o foco do artigo. Trabalhar a experiência da “volta de táxi” deveria ser uma estratégia global, e deveria entrar em todos os “reinos”.

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