Como reinventar uma loja IKEA

2 pensamentos sobre “Como reinventar uma loja IKEA”

  1. Francisco, há uma palavra que repetes, e bem, em vários contextos, a proximidade. Quero acrescentar um outro, a proximidade física da loja. Quem não disponha de transporte próprio não tem alternativa. A compra online não é viável, já que são parcos os produtos disponíveis. Há várias soluções:
    Uma linha expresso partindo do centro da cidade, de qualquer local onde todos possam ter acesso. Claro que, neste caso, a despesa de entrega é inevitável. Mas não deixa ninguém de fora, é uma opção.
    Vejo que do Marquês de Pombal partem expressos para os outlets.
    Uma outra aproximação, é a loja dentro da cidade. Exequível! Nas cidades (capitais) dos países nórdicos, podemos tropeçar em lojas semelhantes à IKEA, Copenhaga, por exemplo, capital do design de habitação.
    A IKEA, poderia investir em prédios devolutos, manter a fachada e fazer um mundo de decoração. Barracões enormes, na perifeira é uma solução barata.
    E, não nos esqueçamos, os produtos de qualidade, na IKEA, têm preços semelhantes aos praticados, vulgo, competidores.

    1. Maria, obrigado pelo comentário.

      A proximidade física / geográfica faz efectivamente parte da análise, mas neste caso é adequada dado o grupo-alvo escolhido para o exemplo: os visitantes de uma loja. Caso o grupo alvo fosse outro (ex: população de Lisboa), aí a proximidade física seria afectada e outras alternativas – como as que dá – seriam excelentes para colocar em prática.

      Mais uma vez obrigado

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